Política
23/03/2026
O Tribunal Superior Eleitoral julga na quinta-feira (26) o nascimento da Federação União Progressista, união gigante entre o União Brasil e os Progressistas (PP). Se o martelo for batido, o grupo vira o novo dono da bola no Congresso, somando 103 deputados federais e 1.300 prefeituras.
A relatora Estela Aranha corre contra o relógio, já que o registro precisa de aprovação até 4 de abril para valer na eleição. O Ministério Público Eleitoral deu sinal verde ao projeto, mas exige ajustes no estatuto para impedir que caciques políticos tenham mandatos eternos.
Para evitar confusão com o partido Unidade Popular, a federação desistiu de siglas e usará o nome completo. “Diante das mudanças promovidas, a Unidade Popular concordou com o pedido de reconhecimento da perda superveniente do objeto da impugnação”, registrou o vice-procurador Alexandre Espinosa.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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