Mundo
25/03/2026
Teerã transformou o Estreito de Ormuz em um caro e burocrático posto de pedágio. Agora, embarcações comerciais chegam a desembolsar US$ 2 milhões por viagem para atravessar a artéria vital da energia mundial.
Além da fatura salgada, a Guarda Revolucionária Islâmica exige dossiês completos sobre cargas e tripulantes para autorizar o trânsito. O regime afirma que o tráfego "não foi suspenso", operando apenas "em coordenação com as autoridades iranianas competentes".
A cobrança informal afeta 20% do petróleo global e gera falta crítica de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) na Ásia. Enquanto a Índia protesta, os Estados Unidos buscam um acordo para evitar que o conflito afogue a economia mundial.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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