Mundo
20/03/2026
A Dinamarca enviou explosivos para a Groenlândia com o objetivo de destruir pistas de pouso e barrar uma eventual invasão de Donald Trump. O plano de emergência visava inutilizar os aeroportos de Nuuk e Kangerlussuaq caso forças militares dos Estados Unidos tentassem tomar a ilha.
Além de detonadores, os militares despacharam estoques de sangue prevendo um embate real contra o próprio aliado da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). A mobilização ocorreu após a queda de Nicolás Maduro na Venezuela, o que ligou o alerta europeu sobre o ímpeto expansionista de Washington.
Em Davos, Trump tentou acalmar os ânimos ao declarar: “Eu não usarei a força. Tudo que os Estados Unidos estão pedindo é um lugar chamado Groenlândia”. Para a premiê Mette Frederiksen, a cobiça americana segue viva, mas a união europeia evitou o pior desfecho diplomático desde 1945.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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